Nos últimos anos o mercado imobiliário brasileiro atendeu um perfil previsível: famílias de 30 a 45 anos, jornada longa, paciência com papelada. Esse cliente ainda existe, mas deixou de ser o protagonista.
Em 2026, quem lidera a compra e domina a locação cresceu resolvendo a vida pelo celular (e aplica ao imóvel a régua do delivery e do banco digital).









