# O que é averbação de imóvel e quais são os tipos?

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> O que é averbação de imóvel? É importante entender o que é esse documento, pois ele representa o registro formal de alterações ou modificações em uma…

**Índice**

- Introdução
- O que é averbação de imóvel?
- O que é averbação de imóvel: quais os tipos mais comuns?
- Construções e reformas
- Demolições
- Alterações jurídicas
- Outros registros
- Apresenta.me: a solução completa para gestão imobiliária e averbação de imóvel
- O que é averbação de imóvel: conclusão

## Introdução

O que é averbação de imóvel? É importante entender o que é esse documento, pois ele representa o registro formal de alterações ou modificações em uma propriedade junto ao Cartório de Registro de Imóveis.

Este procedimento garante a atualização documental do imóvel, mantendo seu histórico oficial e assegurando respaldo legal para proprietários e compradores.

A averbação também ajuda a valorizar o patrimônio imobiliário, pois registra desde reformas estruturais até mudanças de estado civil dos proprietários. A falta dela pode gerar problemas na comercialização do imóvel e até questões jurídicas complexas.

Os profissionais do mercado imobiliário precisam entender a averbação para orientar bem seus clientes. Um sistema de gestão eficiente ajuda a acompanhar esses processos e traz mais segurança às transações imobiliárias.

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## O que é averbação de imóvel?

Afinal, o que é averbação de imóvel? Consiste no registro formal de modificações na matrícula do imóvel, realizado no Cartório de Registro de Imóveis. Esse procedimento abrange tanto alterações físicas, como construções, ampliações e demolições, quanto mudanças jurídicas, incluindo transferências de propriedade e atualizações do estado civil dos proprietários.

A averbação de imóvel contribui para a segurança jurídica das transações imobiliárias, pois mantém a documentação do imóvel atualizada e conforme a realidade. Por isso, o processo é indispensável em operações como compra, venda, locação e financiamento imobiliário, e dá transparência e legalidade às negociações.

## O que é averbação de imóvel: quais os tipos mais comuns?

Os principais tipos de averbação envolvem diferentes etapas de atualização na matrícula e refletem mudanças específicas na propriedade.

### Construções e reformas

O registro de construções na matrícula do imóvel representa uma das averbações mais frequentes. A averbação documenta a área construída, especificações técnicas e conformidade com as normas municipais.

O processo também exige a apresentação do habite-se, documento emitido pela prefeitura que atesta a conclusão da obra conforme o projeto aprovado. O proprietário precisa apresentar a [CND](https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/canais_atendimento/fale-conosco/empresa/cnd) (Certidão Negativa de Débitos) do INSS referente à construção.

As reformas que modificam a estrutura ou área do imóvel também precisam de averbação: registrar as mudanças garante a valorização do bem e evita problemas futuros.

### Demolições

Assim como os processos anteriores, a demolição de edificações demanda averbação específica na matrícula do imóvel. O proprietário precisa obter autorização da prefeitura antes de iniciar o processo.

O documento de autorização da demolição, emitido pelo órgão municipal competente, deve ser apresentado ao cartório, e a averbação registra a remoção da construção que existia.

Esse procedimento mantém o histórico da propriedade atualizado: a averbação de demolição protege o proprietário e facilita futuras negociações.

### Alterações jurídicas

As mudanças no estado civil dos proprietários exigem averbação na matrícula. Isso acontece porque o casamento altera o regime de bens e pode modificar a titularidade do imóvel.

Da mesma forma, o divórcio e a partilha de bens demandam averbação para registrar as novas condições de propriedade. Heranças e doações também necessitam desse procedimento para oficializar a transferência.

A averbação de alterações jurídicas garante segurança nas transações imobiliárias: compradores e vendedores têm clareza sobre a situação legal do imóvel.

### Outros registros

O usufruto permite que terceiros utilizem o imóvel temporariamente, e a averbação desse direito esclarece os limites e condições estabelecidos entre as partes.

Já a servidão, quando um imóvel serve outro, requer averbação específica. A quitação de financiamento também deve ser averbada para comprovar a inexistência de ônus.

Essas averbações protegem os interesses dos envolvidos: documentam direitos e obrigações e dão transparência às negociações futuras.

## Apresenta.me: a solução completa para gestão imobiliária e averbação de imóvel

A [Apresenta.me](https://apresenta.me/) é uma plataforma completa de gestão imobiliária que centraliza, em um único sistema, todas as ferramentas para profissionais do setor.

Com anos de experiência, oferece um [CRM avançado](https://apresenta.me/blog/site-para-imobiliaria-com-crm/) para gerenciamento de leads e negociações, além de recursos completos de gestão financeira, como emissão de boletos e controle de contas.

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A plataforma simplifica processos complexos, como a averbação de imóvel, por meio de um sistema intuitivo e organizado. Conta ainda com gestão documental integrada para armazenamento seguro de arquivos e suporte humanizado, garantindo atendimento ágil e personalizado. Assim, corretores e gestores podem acompanhar todas as etapas das transações com eficiência.

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## O que é averbação de imóvel: conclusão

A averbação de imóvel é um procedimento necessário para manter a documentação atualizada, com segurança jurídica e valorização patrimonial.

Ter registros precisos evita contratempos e simplifica negociações futuras, o que interessa a proprietários e profissionais do setor.

A Apresenta.me oferece a imobiliárias e corretores soluções tecnológicas para a gestão documental e o controle de processos imobiliários. Para saber como a plataforma pode ajudar a gestão da sua imobiliária, agende uma demonstração gratuita com nossa equipe.

## O que a lei exige na escritura de compra e venda

Conteúdo informativo, baseado na Lei 7.433/1985 e no Decreto 93.240/1986 vigentes em 02/11/2026. Não substitui orientação de advogado. A Apresenta.me não responde por uso do conteúdo sem análise do caso.

Quando a venda chega à escritura pública, o que a lei manda constar nela é um assunto à parte da averbação. Esta seção trata só disso. Não é uma lista completa de documentos para vender um imóvel: certidões pessoais do vendedor, documentos de pessoa jurídica, de estado civil e as exigências de cada cartório ficam fora, e o cartório de notas confirma o que pede no seu caso.

A Lei 7.433/1985, art. 1º, diz:

"Na lavratura de atos notariais, inclusive os relativos a imóveis, além dos documentos de identificação das partes, somente serão apresentados os documentos expressamente determinados nesta Lei."

E, no § 2º do mesmo artigo (redação da Lei 13.097/2015):

"O Tabelião consignará no ato notarial a apresentação do documento comprobatório do pagamento do Imposto de Transmissão inter vivos, as certidões fiscais e as certidões de propriedade e de ônus reais, ficando dispensada sua transcrição."

O Decreto 93.240/1986, que regulamenta a lei, detalha no art. 1º que, para a lavratura de atos notariais relativos a imóveis, serão apresentados:

- os documentos de identificação das partes e das demais pessoas que comparecerem na escritura, quando julgados necessários pelo Tabelião;
- o comprovante do pagamento do ITBI (Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis), quando incidente sobre o ato, ressalvadas as hipóteses em que a lei autorize o pagamento depois da lavratura;
- as certidões fiscais: no imóvel urbano, as certidões dos tributos que incidam sobre o imóvel; no imóvel rural, o Certificado de Cadastro do INCRA e a prova de quitação do ITR;
- a certidão de ações reais e pessoais reipersecutórias e a de ônus reais, expedidas pelo Registro de Imóveis competente;
- os demais documentos e certidões cuja apresentação seja exigida por lei.

Para o imóvel urbano, o § 2º desse artigo diz que as certidões fiscais só são exigidas nas escrituras que impliquem transferência de domínio e que o adquirente pode dispensar sua apresentação, caso em que "responderá, nos termos da lei, pelo pagamento dos débitos fiscais existentes".

**Atenção a duas datas.** O decreto é de 1986 e a redação atual do § 2º da lei é de 2015, então use a lei como base e o decreto como detalhamento. O decreto fixa prazo de validade para a certidão de ônus reais; como o texto de 1986 não acompanha a redação atual da lei, confirme o prazo no cartório em vez de contar com o número do decreto.

### Como a imobiliária se organiza para a escritura

Quem conduz vendas ganha tempo ao deixar os documentos do imóvel e das partes organizados no cadastro desde o início do negócio. O [CRM](https://apresenta.me/crm-imobiliario/) mantém o histórico de cada negociação e o [funil de vendas](https://apresenta.me/funil-de-vendas-imobiliaria/) mostra em que etapa está cada uma.

### Fonte oficial

- [Lei 7.433/1985, art. 1º (Planalto)](https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7433.htm)
- [Decreto 93.240/1986, art. 1º (Planalto)](https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/Antigos/D93240.htm)

Revisado em 02/11/2026. Autoria: Equipe Apresenta.me. Conteúdo informativo; não substitui orientação de advogado.

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